A trajetória da mulher na Marinha do Brasil é marcada por muita coragem e patriotismo.

Afinal, essa força armada foi a pioneira no ingresso de mulheres como parte do corpo de profissionais.

Além disso, ao longo dos anos, a MB manteve seu compromisso com a inclusão delas na rotina de trabalho com a criação de novas frentes.

Então, veja na sequência como se deu essa história e como ingressar na instituição. Boa leitura!

A história da mulher na Marinha do Brasil

Tudo começou em 1980, quando o Almirante de Esquadra Maximiano Eduardo da Silva Fonseca, que era Ministro de Estado da Marinha na época, instituiu o Corpo Auxiliar Feminino da Reserva da Marinha (CAFRM).

Assim, a criação do CAFRM foi uma forma de homenagear a força da mulher na Marinha do Brasil. Além de reforçar a importância delas na história do país.

Afinal, muitas sacrificaram a vida pela nação antes de qualquer instituição militar permitir o ingresso delas.

Dessa forma, a Lei 6.807 confirmou o nascimento do CAFRM, formado pelo Quadro Auxiliar Feminino de Oficiais (QAFO) e pelo Quadro Auxiliar Feminino de Praças (QAFP).

Então, em 26 de novembro de 1997, a Lei 9.519 mudou novamente a história, extinguindo o CAFRM.

Mas, permitindo que as mulheres pudessem ocupar os mesmos cargos dos homens. Inclusive, como médicas, cirurgiãs-dentistas, técnicas e engenheiras, por exemplo.

Além disso, se consagrou a igualdade de acesso às promoções e cursos de qualificação. Como consequência da reestruturação, o papel da mulher na Marinha do Brasil se ampliou.

Em 2012, houve a nomeação da primeira Oficial General das Forças Armadas. Em 2018, ocorreu nova promoção, da segunda mulher no cargo.

Nesse meio tempo, também aconteceu a abertura da primeira turma da Escola Naval para Aspirantes femininas, em 2014.

Onde, além dos estudos tradicionais, elas tinham aulas militares e de Educação Física, como esgrima, vôlei, basquete e tiro.

Então, a última mudança foi com a publicação da Lei 13.541, em 18 de dezembro de 2017. Nela ficou determinado que as mulheres façam parte do Poder Naval.

Ou seja, a partir de 2022, além da Escola Naval, do Corpo da Armada e do Corpo de Fuzileiros Navais, elas poderão ingressar no Corpo de Praças da Armada através das Escolas de Aprendizes-Marinheiros.

Os passos para ingressar nessa instituição

Como você viu, a história da mulher na Marinha do Brasil foi marcada por muitas mudanças e conquistas.

Hoje, elas podem ocupar os mesmos lugares dos homens, com o mesmo respeito e admiração.

Não é a toa que essa seja uma das instituições mais respeitadas do país e uma das que mais atrai pessoas para seus concursos públicos.

Por fim, no site da força armada você pode conferir as formas de ingresso da mulher na Marinha do Brasil. Assim como, as conhecer as instituições que oferecem formação militar na MB.

Além disso, por lá, também vê os concursos disponíveis, de acordo com o nível de escolaridade.

Então, é só escolher o caminho que quer seguir e contar com os cursos preparatórios online da Unipré para conquistar sua vaga dos sonhos. Até a próxima e bons estudos!

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